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Auxílio Emergencial: Benefício será prorrogado para 2021?

Em entrevista, Guedes afirma que não haverá mais nenhuma prorrogação do Auxílio Emergencial pelo governo federal.

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Em entrevista a jornalistas nesta quarta-feira (7/10), o ministro da Economia, Paulo Guedes, falou a respeito da prorrogação do Auxílio Emergencial para 2021. Segundo ele, a possibilidade de acontecer é “zero”. “Não haverá prorrogação do auxílio até junho de 2021. Não existe articulação para isso”, afirmou ele para os jornalistas.

De acordo com o ministro, o auxílio que beneficiou a 67,7 milhões de desempregados, informais e os beneficiários do Bolsa Família acaba em dezembro deste ano, sem possibilidade de ser prorrogado. Para Guedes são descabidas as informações sobre uma possível extensão da ajuda.

Em sua conta no Twitter ao compartilhar uma reportagem sobre a fala do ministro o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) escreveu: “A posição da presidência da Câmara é a mesma”.

Mais cedo, o Ibovespa, da B3, a Bolsa paulista, descolou de Bolsas internacionais e passou a cair por causa de informações de que o governo estava pensando prorrogar o benefício. Os juros futuros também bateram máxima. Depois do desmentido de Guedes, o Ibovespa virou e passou a subir.

O auxílio emergencial que foi criado originalmente para durar apenas três meses (tendo como base os meses de abril, maio e junho), teve uma prorrogação depois por mais duas parcelas (julho e agosto) através de um decreto.

Cada parcela dessas prestações foi de R$ 600,00. Depois, na prorrogação até dezembro, o benefício foi reduzido para R$ 300,00. Ao todo, o pagamento de todas as parcelas do auxílio emergencial está estimado em R$ 321,8 bilhões.

Novo programa

Uma definição sobre o financiamento do programa social do governo Jair Bolsonaro que poderá substituir o Bolsa Família deverá ocorrer uma semana após as eleições municipais, segundo a previsão da equipe econômica.

Apesar das discussões técnicas seguirem em curso tanto no Congresso quanto no Ministério da Economia, é um consenso que a solução para o impasse do Renda Cidadã, anteriormente intitulado de Renda Brasil, é uma decisão que não será tomada agora sob o risco de afetar interesses políticos dos parlamentares aliados do governo que estão envolvidos no debate.

Os integrantes do governo garantem que, apesar de esperar o “timing político”, está descartada qualquer solução para o programa que fure o teto de gastos, regra que limita o avanço das despesas à inflação.

Entretanto, o Executivo afirma que, neste momento, não há como indicar como abrirá espaço no orçamento para arcar com o programa.

A decisão, segundo fontes, é do próprio presidente Jair Bolsonaro, que já comunicou a equipe que sem encontrar uma solução para o financiamento do Renda Cidadã dentro do teto o programa não sairá. Sem indicar uma fonte de recursos, o governo deverá iniciar o ano com o Bolsa Família.

Ainda segundo fontes do governo, Bolsonaro se irritou com a discussão sobre o futuro do Renda Cidadã porque, a pouco dia das eleições, viu no debate o uso político do programa e determinou adiar a apresentação.

Na definição de um integrante do Executivo, “a onda da eleição está engolindo todo mundo” e parlamentares neste momento estão focados em suas bases eleitorais e, portanto, longe de Brasília para votar o programa social de Bolsonaro.

De acordo com fontes, o Renda Cidadã já existe tecnicamente, mas falta a decisão política. Até a ala política der o ok, a economia segue buscando o modelo de financiamento.

 

Fonte: Adaptação O Estado de S. Paulo

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