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    Inventário extrajudicial: o que é e quando fazê-lo

    Entenda em quais ocasiões o inventário extrajudicial pode ser usado e quais são as vantagens.

    Banner Blog 28 06 2021 - Contabilidade em Brasília | Diagnóstika Contabilidade - Inventário extrajudicial: o que é e quando fazê-lo

    O inventário é utilizado para levantar uma relação de todos os bens do falecido de forma regular, para que, caso existam herdeiro e bens, a herança seja transmitida de forma correta aos seus sucessores. Essa medida é extremamente necessária e obrigatória após o falecimento de uma pessoa.

    Existem dois tipos de inventário: extrajudicial e judicial. O judicial costuma ser o caso de grandes fortunas ou famílias que não entram em comum senso sobre a divisão dos bens, sendo necessário ingressar nesta via e o processo todo ocorre no poder judiciário.

    O prazo máximo para iniciar o processo de inventário é de até 60 dias corridos após o falecimento para os dois casos, mas o prazo para finalizar pode variar conforme o tipo de processo, judicial ou não. Veja mais detalhes:

    Quando fazer o inventário extrajudicial

    Caso haja comum acordo entre os sucessores sobre a divisão do patrimônio, o inventário pode ser feito de forma extrajudicial, ou seja, no cartório, com menos custos, menos burocracia e de maneira mais ágil.

    O objetivo é registrar a partilha da herança líquida do falecido, seguindo os parâmetros determinados pelo Código Civil.

    Após a decisão da divisão, basta que todos os sucessores e o advogado se dirijam ao Cartório de Notas para abrir o inventário e realizar a escritura.

    Enquanto isso não ocorrer, os bens ficam congelados e não podem ser movimentados.

    Requisitos para realizar este tipo de inventário:

    • Todos os sucessores devem ser maiores e capazes;
    • Não devem haver divergências sobre a sucessão;
    • O falecido não pode ter deixado testamento, salvo se o documento estiver caduco ou for revogado, e
    • A escritura deve ser obrigatoriamente acompanhada por advogado.

    É obrigatório um advoga estar presente, considerando que o mesmo conhece os direitos e interesses dos inventariantes, porém todos podem utilizar do mesmo advogado para representá-los de forma igual.

    Documentos para apresentação no cartório

    Do falecido
    • Certidão de óbito;
    • Documentos pessoais (RG e CPF);
    • Cópia da certidão de casamento atualizada (se houver);
    • Escritura de pacto antenupcial (se existir);
    • Certidão negativa conjunta da Receita Federal e da Procuradoria da Fazenda Nacional e
    • Certidão comprovando a inexistência de testamento expedida pelo Centro Nacional de Serviços Compartilhados (CENSEC).
    Dos herdeiros

    Documentos pessoais dos herdeiros e cônjuges, dados sobre profissão, endereço, certidão de nascimento e de casamento atualizadas.

    Documentação dos bens

    Cada tipo de bem exige uma apresentação diferente de documentos, variando se for imóvel urbano ou rural, carros e outros. Peça instruções ao advogado contratado quanto à documentação que deve ser apresentada.

     

    Adaptação Portal Contábeis.

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