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Planejamento tributário alivia danos causados na pandemia

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Sumário

Efeitos negativos causados pelo Covid-19, obrigou  o governo  a tomar medidas emergenciais como a postergação de prazo ou a redução de diversos impostos a fim de aliviar o impacto da crise no caixa das empresas.

O momento exige cautela e reorganização interna dentro das empresas.  Nunca foi tão essencial definir prioridades a fim de evitar maiores problemas com o fisco e ao mesmo tempo buscar possíveis benefícios fiscais e tributários.

Diante desse cenário os empresários acenderam um alerta e passaram a questionar se a sua empresa está enquadrada no no regime tributário mais adequado.

A escolha do regime tributário leva em consideração dentre outros fatores o faturamento, gasto com folha, ramo de atividade da empresa e devem ser revistos anualmente.

A troca do regime tributário pode ser feita no final do encerramento do ano exercício. É nesse momento que o empresário orientado por um profissional contábil avalia as características da sua empresa para tomar tal decisão.

Por meio do planejamento tributário, as empresas ganham fôlego, aumentam a sua competitividade no mercado, e oneram menos o caixa da empresa.

O planejamento é feito baseado nos preceitos da elisão fiscal, que é o ato de possibilitar uma menor carga tributária com atos lícitos baseados na legislação.

A maioria das pequenas empresas optam pelo Simples Nacional, mas nem sempre é a melhor opção.

É preciso analisar todos os regimes e ver qual se encaixa melhor para o seu modelo de negócio.

Muitas empresas prestadoras de serviços são mais beneficiadas pelo Lucro Presumido do que pelo Simples Nacional, por isso é importante fazer as análises comparativas.

As empresas que escolhem o Lucro Real podem usufruir de benefícios fiscais a nível Federal e Estadual.

Já as optantes pelo Lucro Presumido podem usufruir do benefício fiscal estadual.

No caso das empresas optantes do simples nacional, já há o benefício de uma carga tributária menor.

A escolha do Regime Tributário é feita no mês de janeiro de cada ano, sendo de caráter irretratável, ou seja, uma vez feita, somente no ano seguinte poderá ser alterada.

A tributação Brasileira é uma das mais caras e complexas do mundo.

Por isso, o ideal é buscar a ajuda de profissionais capacitados, que lhe auxiliarão na adoção de práticas que levem a uma maior performance contábil e fiscal da empresa.

Conheça cada regime tributário existente no Brasil:

Simples Nacional:

Tem a maior parcela de empresas brasileiras enquadradas.

São empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano.

É o regime, em tese, menos complexo, com alíquotas definidas, progressivas e mais fáceis de serem aplicadas.

Lucro Presumido:

Como o nome diz, é PRESUMIDO, logo, se a empresa tem prejuízo, por exemplo, pagará IRPJ e CSLL como se tivesse lucro! O limite de faturamento permitido para esse regime é de até R$ 78 milhões anuais.

Lucro Real:

É o regime tributário mais justo, pois a empresa pagará IR e CSLL somente quando o resultado for positivo, ou seja, sobre os lucros efetivos.

No entanto, exige mais controle da empresa, regras mais severas de governança e requer alto nível de gestão.

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